quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

UM CRIMINOSO AMBIENTAL DE NOME ROBERTO SANTIAGO.

É do conhecimento das poucas mentes arejadas da província, que o Rio Jaguaribe o mais extenso do nosso município, teve soterrado o seu leito original, o qual hoje corre num canal por baixo do estacionamento do Manaíra Shopping. E invadido as suas áreas de preservação permanente às margens do braço remanescente daquele rio. Tudo isso em áreas públicas inalienáveis, de uso comum e de preservação em detrimento de sua função ambiental.

O responsável por toda essa tragédia ecológica fora o “criminoso ambiental” de nome Roberto Santiago, doublé de aventureiro, empresário e habitué das colunas sociais dos "abelardinhos" de nossa capital-provincia.

Também chamado pelas bajuladoras “penas de aluguel” pelos codinomes de: “empreendedor”, “imperador”, “gênio dos negócios”, “Roberto Justus da Paraíba” e outros pomposos e imerecidos títulos.

E todo esse mega crime ambiental que vitimou o Rio Jaguaribe, só tem trazido lucros inacreditáveis a esse “gênio da raça e dos negócios”, às custas do dano ambiental.

O pior é que o ato ignóbil, contou ( e ainda conta de certo modo) com a cumplicidade e omissão da Prefeitura Municipal de João Pessoa, da Câmara Municipal e do aval da Sudema.

Enquanto isso o rio morrendo, sem qualquer assistência, sem posicionamento da Câmara Municipal, nem da Prefeitura, nem da Sudema e (pasmem) nem do Ministério Público, o qual a semelhança de um Saulo de Tarso na estrada de Damasco, só enxergou a luz recentemente, quando “Inês é morta”.

Por sinal a posição do Ministério Público em todo esse funesto acontecimento foi no mínimo pífia, dúbia, incoerente, muito diferente do corajoso arremate com que o órgão ministerial se arremessou furioso contra os barraqueiros de nossa orla marítima e de outros cantões periféricos da nossa urbe. Para ali onde se abriga a grande massa ignorada e vilipendiada pelos poderes públicos e pelo direito pátrio a chamada “plebe rude”.

A verdade é que todos foram cúmplices, omissos (e aqui cabem outros títulos) na consecução desse horrendo crime ambiental. Fizeram no mínimo “vista grossa” para que o “criminoso ambiental” Roberto Santiago pudesse aterrar o braço do rio Jaguaribe, impedindo a continuidade de seu leito, objetivando e dando lugar à uma mega estrutura metálica e de estacionamento coberto e ao ar livre do empreendimento. O qual foi ganhando espaços, alturas, e lucros fabulosos.

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CLIC paraibahoje.wordpress.com/2010/01/13/um-criminoso-ambiental-de-nome-roberto-santiago/

Fernando Eneas

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